Próxima palestra do Seminário Permanente sobre a Lógica e Semântica da Quantificação

Dando sequência na segunda-feira da semana que vem, dia 14 de abril de 2014, à nosso Seminário Permanente sobre a Lógica e Semântica da Quantificação, teremos a palestra do Prof. Dr. Paulo Veloso (UFRJ).

O seminário ocorrerá das 13:00 às 15:00hs na sala DCMM1 localizada no 5º andar do Prédio Cardeal Leme da PUC-Rio.

Todos estão convidados.
Demais reuniões programadas:

25 de abril de 2014 às 14:00hs: palestra do Prof. André Pontes (UFA).

16 de maio de 2014 às 14:00hs: palestra do Prof. Jean-Baptiste Joinet (Université Lyon III/PUC-Rio).

Declaração de imposto de renda

Muitos de nós não sabemos, mas bolsistas também têm que obrigatoriamente fazer declaração de imposto de renda. Todos somos isentos de pagar qualquer coisa, mas a declaração é obrigatória. O prazo final para fazer a declaração em 2014 é dia 30 de abril. Para saber como fazer sua declaração, visite o site da Receita Federal neste link: http://www.receita.fazenda.gov.br/noticias/2014/fev/PIR2014.htm. É preciso baixar e instalar um programa no seu computador, e é neste programa que os dados são incluídos. O CNPq manda anualmente para cada bolsista um relatório com os dados que devem ser inseridos no programa. Outras agências de financiamento de bolsas dispõem de relatórios que podem ser consultados em seus respectivos sites – qualquer dúvida, entre em contato com seu orientador ou com o departamento de filosofia.

Próximas defesas de tese: Cícero Josinaldo, Marcela Oliveira e Pedro Leal

Nos próximos dias acontecerão três defesas de tese de doutorado em filosofia na PUC-Rio.

Amanhã, terça-feira, dia 25, às 14h00, na sala F300, nosso colega Cicero Josinaldo da Silva Oliveira apresenta a tese intitulada DESCONTROLE E RISCO NA MODERNIDADE – uma análise a partir de considerações sociológicas e filosóficas. Segue o resumo:
A importância que o domínio econômico adquire na modernidade foi particularmente registrada na vocação eminentemente econômica que a política, orientada pela proteção do social, adquire desde então. Ao inaugurar uma política de agenda econômica a modernidade confiou à esfera pública, como também à vida de trabalho, o exercício do controle planejado das condições de vida. Mas a emergência de um sistema econômico flexível que se estende segundo uma desregulamentação sistemática da política e do mercado de trabalho, deflagra um descontrole sem precedentes que satura de riscos os assuntos e o destino humanos. Seguindo as indicações das sociologias de Max Weber, Richard Sennett, Zygmunt Bauman, Ulrich Beck e Antony Giddens, no primeiro momento, o presente estudo analisa as investidas com que o sistema flexível funda a “ordem do descontrole”, para daí explorar na filosofia de Hannah Arendt a pertinência do diagnóstico que reconhece na modernidade a “liberação do processo vital no mundo”, como algo que de forma inequívoca se expressa na irrefreável economia de consumo.

No dia seguinte, quarta-feira, dia 26, às 13h00, na sala L1156, nossa colega Marcela Figueiredo C. de Oliveira defende a tese intitulada “Do sentido da tragédia à tragédia do sentido: a filosofia e a ruína do drama“. O resumo do trabalho é o seguinte:
A tese propõe pensar a passagem histórica da antiga questão do “sentido da tragédia” para a contemporânea constatação de uma “tragédia do sentido”, culminando na discussão sobre a ruína da forma dramática tradicional em obras do final do século XIX até meados do XX – em especial,no caso de Samuel Beckett.

Finalmente, na sexta-feira, dia 28, às 15h00, na sala F302, nosso colega Pedro Bonfim Leal apresenta a tese “Germinações do novo – tempo e criação em Henri Bergson“, com o seguinte resumo:
O tema da criação perpassa todo o pensamento bergsoniano. Erigida em torno de um único propósito – encontrar uma consideração filosófica apropriada sobre o tempo, a obra de Bergson encontra desde as primeiras formulações uma equivalência entre o conceito de duração e seu desdobrar em novidade. Segundo Bergson, a tradição teria partido de uma noção de presente espacializado como modelo fundamental para pensar a marcha do tempo, estendendo este presente ao passado e ao futuro. A tradição reduz, com isto, passado, presente e futuro a espelhamentos de um tempo único, sendo este, ainda, uma miragem da temporalidade concreta. Será a partir do entrelaçamento entre as três dimensões temporais, devidamente distinguidas uma da outra, que Bergson compreende o tempo como produtor do novo. A tese busca recortar na obra bergsoniana os principais momentos de formulação desta dinâmica criadora. Tal como tentamos evidenciar ainda, a relevância da compreensão do autor sobre o tema constitui uma das mais consistentes formulações sobre a criação na contemporaneidade, o que pode ser atestado pela convergência entre estas ideias e a de outros filósofos e saberes.

Seminário permanente sobre a Lógica e Semântica da Quantificação

Dar-se-á inicio na segunda-feira da semana que vem (24 de março, a partir das 14:00hs) a nosso Seminário sobre a Lógica e Semântica da Quantificaçao. Segue abaixo o anuncio do evento. Todos convidados.

Seminário Permanente sobre a Lógica e Semântica da Quantificação

Prof. Dr. Marco Ruffino

(UNICAMP)

O tudo não é o tudo, e o nada não é o nada

Domínio quantificacional e contexto

Segunda-Feira, dia 24 de março de 2014

14:00hs

PUC-Rio, Departamento de Filosofia

Prédio Leme 11° andar

Sala de Reunião

 

 

Próximas reuniões:

 11 de abril de 2014, 14:00hs

25 de abril de 2014, 14:00hs

16 de maio de 2014, 14:00hs