49º Colóquio de filosofia: segunda 19/09 às 11h, sala L160 – “O Cérebro Social e o Corpo que lhe Falta: o Trabalho na Era do Semiocapital”

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“[A] fábrica social tornou-se a fábrica da infelicidade”. A descrição que Franco ‘Bifo’ Berardi’s faz do “cérebro social” na era do semiocapital é profundamente melancólica. Mas o que é a fábrica social? O que podemos dizer sobre o “cérebro social”? Com frequência, os debates sobre o trabalho no mundo contemporâneo giram em torno de uma série de oposições binárias que, embora tentadoras, pouco ajudam: se alguns tipos de trabalho podem ser descritos como “imateriais”, isto quer dizer que outros tipos de trabalhadores (“materiais”) estariam de alguma maneira ultrapassados? Quando falamos em “cérebro social”, estamos sugerindo que cérebros existem sem corpos, e que alguns cérebros estão presos a circuitos pré-tecnológicos? Para quem ou o que o cérebro social pensa, e o que ele produz? Usando o trabalho de Silvia Federici em particular, este artigo discute respostas feministas contemporâneas a debates atuais sobre o trabalho, argumentando em favor de uma abordagem que toma como ponto de partida a perspectiva do cuidado e da reprodução social.

Nina Power é professora da University of Roehampton e do Royal College of Art, Londres.
(A palestra será ministrada em inglês).

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